"Ecos do tempo"
É penoso?… Decadente? Envelhecer.
Não! Só fases.
Inevitável desgaste que, entre ruínas, ergue-se. Derrubar… Construir… Reformar-se.
Cotidianos moldam quem somos. Experiências reverberam. Ecos das escolhas. Segredos antigos. Perdas aceitas. Conforto das boas lembranças.
Possivelmente mais sabidos? O que se perdeu, se aceita. Poeira lançada ao vento…
Mão na massa. Coragem!
E há consolo? Sim. Boas lembranças que aquecem, Na brasa que não se apaga…
Quem fomos, afinal? Quem somos? Quem temos coragem de ser?
Guil
Foto de Luiz Toledo
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